3.9.09

Sallve + Noiz.com,br +Emicida + lançamento do video clipe Triunfo

Ando meio distante ultimamente, mesmo sem postar nada nessas últimas semanas vi que o blog anda recebendo visitas cada dia mais, muito bom isso fico felizão.

Hoje fui resolver umas paradas de manha, e cheguei em casa e entrei nos sites que todo dia eu visito um deles é o http://www.noiz.com.br/ e lendo as paradas vi o clipe do Som “Triunfo” de Emicida.

Na moral sem comentários, vejam vocês mesmo e tire a sua conclusão, uma parada que eu já havia pensando é que “trabalhe que as paradas vem”.

Parabéns Emicida você merece muito mais muleke...


EMICIDA ::: TRIUNFO from http://vimeo.com/user2220243 on Vimeo.



Ai sábado tem lançamento do vídeo clipe no Hole Clube vamos colar família.......


21.8.09

Material Corrosivo Party festa de aniverssario do DJ FZERO..

Demoro quem tiver de bobeira amanha é so chegar na festa Material Corrosivo Party festa de aniverssario do DJ FZERO.. ai e tem mais hein imprime o flyer e leva que ai nao paga entrada, isso que é festa boa...

Demoro clica no flyer ai salva que ai tem todas as coordenadas do endereço e de onde é a parada.

é NOIZ...

15.8.09

Boas novas!!!!!!!!!!!!!!!!!


Eu desempregado, ha males que vem para o bem alguem me disse isso ...........

Mais uma otima noticia é........

EMICIDA e KAMAU INDICADOS PARA O VMB !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

È pessoal parece que trabalhar duro realmente gera frutos, entao vamos corra atraz de seus sonhos e trabalhe duro..

Para votar no emicida e kamau http://vmb.mtv.uol.com.br/cat_rap.html (RAP)
Emicida http://vmb.mtv.uol.com.br/cat_apostamtv.html (APOSTA MTV)

O tempo passa e as paradas nao esperam por voce e nem por ninguem ....
se quiser escrever historia nesse imensso livro que se escreve todo dia trabalhe duro. nao ha vitoria sem trabalho...

24.7.09

Singela Homenagem

Passando no blog do meu amigo Dj Nato_pk me deparei com ele guanhando um Prêmio 'Singela Homenagem do evento Prêmio 'Singela Homenagem que rolou no Hole club Promovido pelo Clan Sul, parabens para o Clan Sul pelo otimo evento e parabens para meu irmao DJ Nato_pk muleke monstro nos beats......

23.7.09

Diamantee

As grandes musicas saem de lugares assim, simples cheios de cabos sem acustica o importante é o som do lugar, se o som lá soar legal te agradar já era so confiar que a parada flui.
Esse é o meu lugar a onde as coisas acontecem pra min taca fogo e almenta o som......

22.7.09

Melhorando acada dia mais .....


Sallve .....melhorando de uma gripe...... mo merda .....
mas estou de volta pra alegria de voces....trabalhando ...
Vamos que Vamos fazendo acontecer as poucos...
sem correr pra nao fazer a parada de qualquer jeito ...

16.7.09

Diamantee trabalhando ate as 2 da manha de ontem 15/07/2009


Hoje em dia artista independente tem que fazer toda a parada no meu caso desde a produção de minhas musicas a capa do disco, o flyer, pôster, adesivos, site e o que precisar.

Ontem eu viajando ouvindo um som e pensando em uma par de paradas eu pensei em dar logo andamento em um projeto que eu tenho em mente faz um tempo criar o meu site graças a deus tenho um aliado nessa luta meu grande amigo “Rodrigo – vitaminaweb.com.br” muleke é foda eu pensei e um layout montei e mostrei pra ele assim fomos ate as 2 e 30 da manha trocando idéia e experimentando umas paradas.

Assim vou fazer o possível para terminar essa parada antes de eu voltar a trabalhar porque não é só criar o site colocar na web e pronto tem todo um processo de divulgação e entretenimento para que as pessoas acessem e conheçam o meu trabalho.

Em breve mais novidades .....

12.7.09

Entrevista minha no blog "http://boombap-rap.blogspot.com"


A virada de século trouxe para o rap brasileiro novos ventos, um grupo de jovens com ideias variadas, bastante diferentes do que vinha sendo produzido em terras tupiniquins na época. Coletivos como o carioca Quinto Andar e o paulista Rhima Rara assumiram a linha de frente da nova escola brasileira, e dão frutos até hoje, mesmo sem estarem exatamente unidos como projetos. Nomes hoje bastante relevantes no Hip Hop nacional surgiram neste momento. Um deles, porém, nunca foi tão festejado quanto os outros, embora tenha igualmente uma trajetória riquíssima. Trata-se de Renan Sabino, o Diamantee, beatmaker paulistano de 25 anos, organizador da Battle Beats Brasil. Nesta entrevista para o Boom Bap, ele fala de produção, a experiência em organizar o Battle Beats, o seu início no rap, sua convivência com o pessoal da Rhima Rara e mais. Confira!

Boom Bap: Como você conheceu o rap?
Diamantee: Cara, aos 13 anos comecei a andar de skate. Nesse tempo eu ouvia muito Hard Core e rock, por influência de alguns amigos e meu pai. Nessa mesma época, esses amigos me mostraram um fita de video com varios clipes de rap, entre eles havia um em especial, que era "Jump Around", do House Of Pain. Quando ouvi aquilo, maluco, deu vontade de sair pulando, porque era pesado como o Hardcore, rápido, diferente de tudo que eu já havia ouvido. Depois, veio Wu Tang, A Tribe Called Quest, Nas, Mobb Deep...

Se "Jump Around" foi a musica que fez você descobrir e gostar do rap, qual foi a canção que fez você decidir deixar de ser só fã e passar a fazer rap?
Pô, dificil, porque eu ouvia varias paradas, mas posso dizer que nao foi uma e sim algumas, entre elas, em especial, uma do Method Man com a Mary J Blige, "You're All I Need", essa música realmente mexeu comigo. A Tribe Called Quest, com Electric Relaxation, Nas com o disco "It Was Written", Mobb Deep com a "Hell on Earth", nossa, essa era hino no meu walkman.

E no Brasil, o que você curtia mais?
Bom, no começo não ouvi quase nada, cara. Tipo, ouvi Gabriel O Pensador, com "Loira Burra", Racionais com "Raio X do Brasil", era uma loucura, todos os carros que passavam na rua tocavam Racionais. Achava da hora o Pepeu com "Carolina" e o Ataliba e a Firma com "Política e Política", e Ndee Naldinho, "Lagartixa na Parede". Pô, até que eu ouvia bastante coisa (risos). Mas sempre foi mais fácil lembrar dos gringos.

Por que?
Porque todos meus amigos só ouviam rap gringo e hardcore. Nós éramos meio que os únicos aqui em Taipas que escutavam raps gringos, éramos diferentes de todo mundo. Eu sempre conversei com muita gente, então sempre trocava uma ideia com um pessoal que era pichador, aí eles só ouviam rap nacional, Gog, Racionais, Cirurgia Moral, Alibi, porra, muita coisa. Eles me mostravam mais as paradas nacionais. Nunca fui de me fechar a ouvir as paradas, saca? Mas como eu andava de skate o dia inteiro eu ouvia mais raps gringos.

Você nasceu e foi criado em São Paulo?
Sim, em Taipas, um bairro entre a zona oeste e a zona norte de São Paulo. Bairro pobre mesmo, eu moro na periferia, aqui do lado mesmo tem um morro gigante que vai até o céu, favela mesmo. Aqui em Taipas não tem um lugar especifico de casas de pessoas que têm grana. A grande maioria mesmo é pobre, trabalhador mesmo.

Sua infância foi difícil?
Sim, foi. Eu não posso reclamar, não tive algumas coisas, mas minha mãe e meu pai sempre trabalharam, saca? Eu fui criado minha infância inteira pela minha avó Conceição. Eles sempre me quiseram muito bem, davam para nós, eu e meu irmao, o bom e o melhor que podiam. Agradeço muito a eles.

Então você não foi aquele moleque a princípio atraído pelo discurso social do rap nacional dos anos 90, né?
Cara, digamos que fui atraído, sim, porque, independente de tudo, periferia é periferia. Você passa perrengue independente do local, mas digamos que fui mais atraído pelo skate. Ele era o amigo de todas as horas, então meio que direcionava a minha atenção 100% a ele.

E como foi essa passagem de fã para alguem que está dentro do rap?
Putz, muito louca. Porque eu andava de skate em frente à escola em que eu estudava. Aí uns amigos começaram a conversar e falar que queriam fazer um grupo. Vários grupos foram criados. Eu e um amigo chamado Skok começamos a trocar ideia. "Sempre ouvimos rap, por que não cantamos também?". Imagina um moleque que não sabe rimar, ruim pra porra. Era eu (risos).

Você começou rimando e não produzindo?
Eu comecei rimando. A parada de produção veio quando, um dia, conversando com o meu primo, DJ Daniel, falei pra ele que tínhamos que ter nossas próprias batidas. Ele tinha um mixer Gemini que sampleava 5 segundos, se não me engano. Ele fazia uns loops em fitas para nós rimarmos em cima.

Antes disso vocês usavam batidas gringas?
Sim, cansamos de juntar as moedas pra comprar discos. Compramos um monte de discos instrumentais.

E foi com o seu primo e nessa história de fazer loop em fita que você começou a se interessar por produção?
Sim, conversando com uns amigos e conhecidos e perguntando como era a parada de produzir. Um dia vi umas paradas no site Bocada forte, logo no começo, onde o bate papo bombava de pessoas, pois era o unico site de Hip Hop no país. O Vulgo disponibilizou dois links, um do Fruity Loops e outro do Sound Forge. Aí baixei e comecei a fuçar, só saía beat ruim, não sabia contar tempo, nem sabia o que era um bumbo e uma caixa (risos).

Tem um fato legal, porque quando eu comecei, eu baixei a versão demo, então não podia salvar meus beats. Nisso, eu ja converssando com o Kamau e tal - ele inclusive produziu a primeira faixa do meu grupo na época, chamado Ajunção. Aí, eu conheci o Munhoz quando fomos gravar este som, também conheci o Zorack. Foi ele que me arrumou os programas e fez minha vida mudar (risos). Ele tem uma parcela de culpa muito foda nisso tudo, porque ele colou aqui em casa, instalou o programa no computador e me deu umas dicas que me fizeram entrar nos eixos.

Você sempre teve contato com esse pessoal da nova escola do rap brasileiro?
Sim, eu sou dessa geração. Na real, eu comecei a fazer rap antes de conhecer eles. Havia várias pessoas fazendo rap simultaneamente, da mesma geração, sem se conhecer. Eu conhecia o pessoal da Rhima Rara através do estudio do Munhoz. Eles já tinham a banca há muito tempo, eu não cheguei a participar de nada que eles fizeram juntos.

Nessa época você já tava no seu segundo grupo então, o Ajunção, é isso?
Isso. Era o segundo grupo, mas com quase as mesmas pessoas. Tipo, no Delito era eu, o Skok, o Lopam, o Geg, o Trinca e o DJ Daniel. Aí eu sai do Delito, e depois de um tempo, quando só estavam tocando juntos o DJ Daniel, o Skok e o Lopam, nós começamos a fazer coisas juntos. No começo, Ajunção era uma banca, eu e o Rick (emcee do Simples), Skok e Lopam( do Delito), Gringo e DJ Zinco. Depois, o Ajunção virou eu e o Skok. Entrou o Maze, e aí virou um grupo.

E depois disso, qual foi seu próximo passo?
Nessa época eu estava produzindo um CD inteiro para uns amigos, chamado "Familia Pingaiada". Produzi o disco inteiro tambem, mas os caras meio que tinham pensamentos diferentes, e o álbum acabou não saindo. Isso em 2003, 2004. Em 2005, eu tive a ideia de fazer um solo. Peguei os emcees que andavam comigo e gravei os sons todos aqui em casa. Assim saiu o "Meu Time é Preparado".

E como foi lançar um álbum de produtor numa época em que isso não tava muito em voga, ainda mais aqui no Brasil, onde as dificuldades para se lançar um disco são ainda maiores? As maiores dificuldades mesmo eram pra colocar o disco na rua, porque a grana sempre foi curta, tive a ajuda de todos os emcees que cantavam no disco e uma ajuda principal do DJ Fzero.

Fala um pouco sobre o Battle Beats. Como você se envolveu na organização?
O Dhennys teve a ideia de criar o Battle Beats Brasil. Ele me chamou pra participar da segunda edição, aí ajudei a organizar e arrumar alguns prêmios para a galera que ganhasse. Depois disso, ele me chamou pra fazer todas com ele, já como organizador mesmo.

Como é a experiência de organizar um evento inédito no Brasil? No que isso somou na sua experiencia dentro do hip hop?
Essa ideia é foda, é algo que eu sempre pensei em fazer, mas nunca tive como. Esse projeto é para mim a parada na qual eu mais me dedico atualmente. O Battle Beats me fez ver as coisas de outra maneira, é a melhor coisa que já me aconteceu.

Por que?
É algo com o qual eu acabei criando uma grande afinidade. Quero fazer disso tipo um campeonato brasileiro, saca? Fazer Battle Beats pelo Brasil inteiro, fazer uma edição todo ano. Tipo uma Liga dos MCs. A Battle Beats é algo para festejar e mostrar que em cada Estado existem varias pessoas que fazem beats, que vivem essa parada. O conceito é mostrar para o Brasil que essa parada cada dia cresce mais e mais.

Falando sobre produção, com que frequência você garimpa discos?
Sempre que posso, cara. Ser pobre é foda, ainda mais em São Paulo. Voce tem que trabalhar muito pra ter suas paradas. Eu saio às 6h de casa e chego às 21h. Fica meio difícil. Sou webdesigner de uma loja de surf online.

Viver de rap ainda é um sonho distante?
Na moral, eu tenho que me jogar, tipo o emicida. Dar 100% de mim. Aí eu vou ter 100% do rap.

E por que você não faz isso?
Pô, cara, às vezes me sinto meio inseguro, saca?

E como é o teu processo de produção? Você sampleia mais do que toca? Qual gênero você gosta mais de samplear?
Mano, a parada é que eu nao sei tocar nenhum instrumento, saca? Eu só sampleio, e eu não tenho preferência de gênero. Sampleio tudo, de 1950 a 2009.

E gêneros brasileiros, você procura dar uma atenção especial, ou não liga pra isso?
Mano, sempre que vou no sebo eu compro disco brasileiro. Só aqui em casa acho que tenho uns 400 discos brasileiros, mas não fico fissurado em só produzir parada com sample brasileiro.

Quantos discos você tem na sua coleção?
Tenho quase mil.

Algum destes discos é mais especial pra você? Por qual razão?
Sim, tem um que consegui fazer um beat muito foda, é do Toquinho, ele é meu xodó. Tem outro, que eu fiz um dos melhores beats da minha vida, "Espaço Vazio", da Dione York.

De todo o processo de produção, do que você gosta mais? Do garimpo, da seleção dos samples, dos cortes, da hora de sequenciar?
Eu gosto quando eu coloco o vinil pra tocar e ouço uma parada foda, na qual eu vejo um rap fudido. Fico louco, ouço o sample umas 30 vezes antes de samplear.

Para finalizar, quais são seus próximos projetos?
Mano, tô fazendo um disco do Zero MC, do grupo Obscuro, que saiu no meu primeiro disco. E tô fazendo meu álbum novo, nos mesmos moldes do primeiro: vou produzir e chamar um pessoal pra rimar.

E o Battle Beats?
Estou quase fechando com uma casa para realizar o evento. Mas esse ano ainda vai ter pelo menos mais duas edições. e mais a grande final, com o primeiro e o segundo colocado de cada edição anterior. Mas ainda não tenho previsão de quando vai acontecer.

Esse lugar é a onde eu me encontro...

Esse é o lugar a onde eu me encontro faço musica crio me liberto me sinto bem, faço o que mais amo e sei fazer de melhor MUSICA, é engraçado como tem algum lugar que você se sente tão bem que se passar dias ali não vai reclamar, nem se quer ficar de saco cheio.

Pois é esses dias que fiquei afastado do serviço de repouso fiquei aqui em meu quarto, estúdio refugio, meu mundo e foi ótimo pude fazer musica, pude ouvir muitos discos e ver como os artista foram importantes para musica, tanta coisa boa que foi ofuscada da historia, acho que é esse meu papel achar o sampler perfeito e criar uma musica para ela continuar viva.

Me desculpe artistas prometo que se eu ganhar dinheiro com as minhas musicas divido com vocês, os que me deram inspiração para fazelas e vamos dividir os direito autorais vocês também merecem por que se não fossem vocês eu não estaria fazendo o que eu faço.

Muito obrigado músicos por terem feito isso.

11.7.09

AMIGOS


As vezes ficamos longe, mas sempre que se encontramos é uma vibe boa mesmo obrigado deus por ter amigos, tenho alguns e me orgulho disso.

3.7.09

DOWNLOAD - U-FLOW - Indústria Falida

Meus Irmãos do Rio da U - Flow lançaram mais um sigle "U-FLOW - Indústria Falida"

A U-Flow esta preparando o lançamento do seu disco e acaba de lançar o seu segundo single.
O som " Indústria Falida" relata como anda o mercado fonografico das grandes gravadoras.

" Tudo é questão de Grana, Jabá, Suborno"..U-FLOW - Industria Falida

Pra Baixar o Silge - http://www.zshare.net/audio/6216151745603221/

23.6.09

PALAVRAS DO EMICIDA carta aos que compareceram ao hole club no dia 20/06...

"Só uma coisa para falar desse dia, noite magica parabens EMICIDA....." ASS.Diamantee


Salve irmãos e irmãs,

É com imensa alegria e satisfação que venho escrever hoje para vocês, eu realmente preciso falar com todos sobre a noite de ontem. Fizemos história. Lotamos o Hole club, um dos locais mais importantes para a história do rap no brasil, fizemos, todos nós uma maravilhosa celebração ao verdadeiro hip hop.Enquanto estava no camarim, ouvindo as músicas e os gritos das batalhas, parei a concentração para dar uma espiada no baile, me ver em meus irmãos, tantos irmãos me dizem que quando ouvem minhas rimas voltam a ter 15 anos, que a vontade de ser isso a cada dia aumenta mais e mais e não posso dizer exatemente qual o propósito de todos ao comparecerem num evento como aquele, mas acredito que após uma troca de energias como aquela, todos saimos rejuvenescidos, felizes e livres de qualquer mal que por ventura possa vir a pensar em nos fazer qualquer ameaça...

Nossas orações são dispostas em alguns compassos e ritmadas de uma forma pouco comum a ouvidos desatentos...Mas enfim, eu precisava dizer que ontem, Foi a noite mais maravilhosa de minha vida e que tudo isso só foi possivel graças a todos os que foram até lá para celebrar conosco o lançamento da mix tape, pessoas de outros bairros, outros municipios, outros estados e vai saber de outros oque mais, velhos amigos, novos conhecidos que futuramente serão nossos velhos amigos tambem, gente que nunca havia ido a um show de rap e dessa vez foi, viu e gostou, a esses digo o meu mais sincero "sejam bem vindos, isso é o hip hop". Sincero e visceral como quem tem apenas um minuto para fazer toda uma vida valer a pena, simples como uma conversa de bar, bonito como aquela garota da escola, e eterno como as boas pessoas que nos cercam...obrigado mais uma vez hip hop, um dia a muitos anos atrás você salvou minha vida, eu precisava retribuir de alguma forma e resolvi rimar, assim como uns dançam, grafitam e outros discotecam e foi através dessa forma que você me mostrou o quanto sou parecido com varios irmãos de qualquer quebrada, eu realmente precisava retribuir, agradecer pelo local em que estou hoje, pelas pessoas que me cercam e pelos locais que podemos ir graças ao dom que você me ensinou a amar.Espero humildemente ter devolvido a todos, a mesma energia que vocês me passaram, e que isso é como nos anos 70 apenas o começo, tendências tendem a desaparecer, as raizes são eternas, somos a raiz, somos Kool Herc falando e escrevendo em português, assim como Afrika Bambataa foi kamau a varios anos atrás, a corrente não foi quebrada e o ciclo continua, afinal esse é o ciclo da vida, se renovando a cada dia, e o hip hop nada mais é do que o amor a vida.

Gostaria de apertar todas as mãos dos que amam isso tanto quanto eu, a distância não é nossa aliada nesses dias, porém deixo aqui meu mais sincero e caloroso abraço a todos os verdadeiros b-boys, grafiteiros, dj's e mc's e gostaria de dizer que independente da distancia, somos um e que vocês sempre terão aqui um irmão e que enquanto eu viver e vocês tambem, nunca estaremos a sós, estamos condenados a viver para sempre, pois quando se tem um propósito e se vive por ele, seu propósito passa a se tornar maior do que a vida.


sejam bem vindos a história, sejam bem vindos a eternidade...


a rua é nóiz

2.6.09

Diamantee


Sallve família então esse ultimo fim de semana sofri um acidente andando de moto, mais to legal só machuquei o braço não precisei colocar gesso nem nada graças a deus não foi grave, vou ter que ficar de repouso essa semana.

Hoje já estou bem melhor assim vou descansar e ver se faço algo para vocês hoje fiquei em casa fiz um fundo de tela pra quem quiser baixar e ter em casa.

É só clicar na imagem e abrir em outra pagina e salvar a imagem maior que vai abrir.

Valeu família é nois...

26.5.09

PAU-DE-DÁ-EM-DOIDO apresenta dia 05/06


Depois da festa de lançamento do Mc Enézimo
PAU-DE-DÁ-EM-DOIDO apresenta dia 05/06
A proxima festa do "Projeto Apple HipHop"

Djs:
Nato_pk (Enézimo/PDD Mixtape/Quilombo Djs)
Rodrigo Silva (Choldra)
Bola 8 (Realidade Cruel)
Spaiq (Thaíde)
Douglas Dobil
Nenê

Emecees:
Enézimo
Arnaldo Tifu
Bruno Cabrero
Caprieh

E MAIS...Duelo de Maçã...
1 MC CONVIDADO VERSUS 4 MC´S DESAFIANTES!!
4 ROUNDS!! 25 REAIS EM JOGO POR ROUND!!VAI ENCARAR??

Muito R&B, Rap Nacinal, Underground, Gangsta, Ragga, Dub e Original Funk.
Vários Videos No Telão!!
AS PRIMEIRAS 100 CERVEJAS Á 1 REAL

MULHERES FREE ATÉ 23:30

IMPERDÍVEL!!!!

LOCAL:R. ARTHUR DE QUEIROZ, 32 (BAR DA ANA)ESTAÇÃO DE TREM DE SANTO ANDRÉ

INFO: 9954-0106 - 7186-0711

A PARTIR DAS 22HS

25.5.09

Tá a fim de levar o CD “Um Cara de Sorte” do MC Enézimo?


Tá a fim de levar o CD “Um Cara de Sorte” do MC Enézimo?

O Freestyle vai te dar o Cd, além de muita sorte, é claro!


Pra participar é fácil! É só responder a pergunta:

“Porque eu sou um cara de sorte?”.


Entre no site do Freestyle, www.programafreestyle.com.br e mande a resposta para o e-mail: freestyle@programafreestyle.com.brAs cinco respostas mais criativas vão levar os Cds!


Cinco sortudos serão premiados!A divulgação dos ganhadores rola no Domingo, dia 21 de Junho, no Blog do Programa Freestyle:


www.programafreestyle.blogspot.comPromoção “Eu Também Sou Um Cara de Sorte!”Participe e mostre que você não é nenhum pé frio!


Oferecimento: Pau de Dá em Doido Entretenimento.


Promoção exclusiva: Programa Freestyle.


Confira o áudio da chamada no Blog e Myspace do Freestyle: www.programafreestyle.blogspot.com / www.myspace.com/programafreestyle

21.5.09

Promo 50 cds Diamantee

Sallve Rapa o Uriel a.k.a. Zerg participou da promo do 50cds diamantee e mandou a foto pra nois divulga demoro familia valeu...........

Revolução das Catracas escreva esse capitulo...


Amigos e amigas particpem e me ajudem a divulgar...
Uma nova história está nascendo....“Revolução das Catracas”, primeira História em Quadrinhos interativa, chega a sua segunda fase.

Os primeiros autores já foram escolhidos, e agora uma nova página está disponível para a sua colaboração.Participe dessa HQ que está mudando a forma de fazer quadrinhos!Ajude a escrever a história de Henrique e Camila... ( e que Caaaamila!).
Os autores escolhidos farão parte dessa produção coletiva.

CLICK E VEJA MAIS DETALHES.. veja o inicio da revista em quadrinhos.

20.5.09

Quem dita as regras? TEXTO POR ARTHUR MOURA

Quem dita as regras?
(o choque cultural e o comportamento da cena independente do rap no
Brasil)

Por vivenciarmos um complexo de transformações no campo cultural, mais especificamente na arte (e é bom lembrarmos que cultura é todo um conjunto onde a sociedade, ou algum grupo, exterioriza suas concepções, idéias, costumes, formas de relacionamento), vejo a possibilidade de uma discussão que tem como objetivo principal a observação das especificidades da cena independente do rap no Brasil.

Lembrando que às transformações e o processo cultural é dado uma maior relevância nesse texto, quero excluir o confrontamento pessoal para com alguns protagonistas e sim situá-los num contexto político, ideológico e que muitas vezes seguindo uma demanda ou uma lógica mundial, empurram todo um comportamento a determinadas tendências, muitas das quais mercadológicas.

A relação dos costumes e tradições do Brasil com o que vem de fora é dada, na maioria das vezes, uma maior importância. Essa relação reflete um comportamento globaritário, e nisso o pensamento de Milton Santos se faz valer, que é impulsionado por diversos tipos de violência, a começar pelo ferimento de costumes locais. O contato e relações culturais são passíveis sim de transformações quando aproximadas de forma mais íntima, mas com isso não queremos dizer que desse contato venha a nascer a intransigência e idéias de valores implicando a superioridade de uma cultura sobre a outra. Quando se chega nesse estágio trocas não são possíveis e sim a imposição do mais forte (seja lá o que isso queira dizer) sobre o mais fraco, do melhor sobre o pior, do mais aceito pelo que tem menos importância. Quando caímos nesse estágio a idéia de cultura vai-se pelo ralo. Historicamente falando é delicado falar de contatos culturais, já que sempre houve esse tipo de troca entre diversas civilizações. Não existe uma cultura melhor do que outra, costumes ou tradições que possam ser postas num ringue a fim de se extrair dali o mais forte. Costume é costume, cada qual som suas características e sem julgamento de valor. É sobre isso que a singularidade de cada povo se forma.

Porém todo um contexto histórico impõe outro tipo de relação entre pessoas e isso se faz valer desde a Antiguidade, passando pela Idade Média, período Moderno até chegar ao Contemporâneo.

Hoje o que observamos é uma forma violenta de globalização que empresas, multinacionais, órgãos internacionais exercem de forma espantosa nossas vidas. Com isso não devemos de forma alguma excluir a participação dos protagonistas corroboradores dessa barbárie, pois há conceitos éticos que entram forte nessa discussão. Por mais que o homem seja mercadoria (na/ concepção de Marx) e seja uma corrente mecanicista, não devemos fazer vista grossa com a ética, pois dessa forma estaríamos livrando o homem de ser homem.


O rap no Brasil é recente e tenta agora caminhar de forma independente. Porém o que não se percebeu ainda é que relações humanas não podem ser postas dentro de um recipiente e se reproduzir a mesma experiência em locais diferentes. Com isso estamos caindo num grotesco erro que nos é imposto como verdade. Em outras palavras, não cabe reproduzir a mesma corrente cultural, ideológica, ou o que quer que seja de forma idêntica em diferentes localidades onde diferentes seres humanos se manifestam. Ao se chocar, culturas diferentes passam a sofrer reações específicas e de forma “natural”. Ou seja, a idéia é que ao se chocar as trocas culturais possam realizar-se com a não sobreposição que vá acarretar o fim de alguma sobre a outra. Em paralelo a isso há uma reação contrária, e aí incluo alguns colegas como reprodutores desse tipo de comportamento, mundializada que tende a padronizar a cultura de um determinado local. Ou seja, esses protagonistas a que me refiro acatam um rap americanizado com todos os seus vieses para o território brasileiro onde esse tipo de comportamento não se torna algo representativo para a nossa realidade.

A partir dessas observações podemos nos situar na cena nacional, onde os
protagonistas a que me refiro são os MC´s, DJ´s, produtores e todos que formam a cultura hip hop. É claro que quando falo do choque de culturas (arriscaria a dizer que essa cultura que falamos nada mais é do que uma cultura-econômica), não generalizo todas as manifestações existentes, pois existe sim dentro de cada localidade grupos que ainda preferem beber da fonte local para formular melhor os costumes. A minha pouca experiência na cena me habilita a afirmar isso. Não chamaria esse movimento que tende a permanecer mais fiel às suas raízes de “resistência”, mas sim uma forma mais inteligente da não padronização do rap no Brasil. É claro que com uma cultura vinda de fora vem também valores introgetados, e essa cultura ao chocar-se com a outra não se mantém estática, aliás inalterações aí tornam-se impossíveis.

Com isso quero dizer que, ao chegar ao Brasil, o rap trouxe consigo toda uma estrutura já iniciada em solo estrangeiro. Não vamos cair aqui na questão se o rap surgiu na Jamaica, nos Estados Unidos, no Nordeste brasileiro ou com Homero. Então ao chegar ao Brasil, o rap já trouxe consigo toda uma conduta que vai desde a rebeldia do negro e todos aqueles que de alguma forma são desprivilegiados socialmente, trouxe costumes, um linguajar característico, formas de se vestir e de se comportar, ou seja, toda uma vestimenta cultural já própria. Observamos também nascer com eles todo um esquema de marketing (e tudo que envolve marketing e propaganda temos que ter todo um cuidado com que tipo de idéia, imagem e visão quer ser passada) que fez com que o rap se tornasse hoje fenômeno mundial. Não podemos omitir o notável processo que o rap enfrentou para popularizar-se mundialmente (mas devemos sempre nos lembrar: à custa de que?). Porém, uma imagem massificada de um rap envolto de conceitos que não representam uma fiel ascensão de valores ligados aos seus protagonistas iniciais são os mais presentes no Brasil. Em outras palavras, o verdadeiro nascedouro do rap com todo o seu engajamento político é dificilmente posto em prática pelos que formam hoje a cultura hip hop.

A profissionalização do rap hoje é tida com grande importância. Nada mais justo que viver do que se ama. Mas aí caímos em mais uma questão. O que é ser profissional no Brasil? Essa profissionalização hoje vem acarretar a perfeita inclusão de uns e o escanteio de outros. Quando não se dá mais espaço àqueles que estão começando, ou seja, aqueles que ainda produzem de forma mais “barata” um determinado tipo de arte, exclui-se de forma violenta e mesquinha todo um processo natural do espírito artístico.

O que quero dizer é que não é levado a sério aquele cuja produção envolve recursos modestos. Quando leio a entrevista de um determinado artista vinculado a Nike dizendo que só há espaço para os “profissionais”, tenho a idéia de que só poderão participar do processo criativo artístico os que jogarem de acordo com as regras do mercado. Ora, nada menos democrático do que a formulação de um discurso puramente ideológico, violento e desrespeitoso com àqueles que também bebem da mesma conjuntura artística e estão presentes no mesmo bojo cultural. Isso gera um problema ainda maior que é o monopólio da cena por esses poucos que com seus valores se acham mais aptos que outros e, tendo uma maior repercussão, indicam outros que consideram tão aptos quanto eles. Em outras palavras, os que agora se acham profissionais apadrinham outros com esse mesmo tipo de mentalidade.


Mais uma vez volto à pergunta. O que de fato é ser profissional? É um maior
espírito inventivo, investigativo e proeminente ou aquele que preza por um maior aparato tecnológico e mercadológico para fazer valer suas idéias? Vocês poderão pensar na possibilidade de uma combinação harmoniosa entre os dois. Sim é possível. Mas, será que todos os artistas necessitam e querem ter suas idéias vinculadas a um tipo de profissionalização que nos fazem acreditar ser o único caminho possível? Conforme já disse, não se exclui a possibilidade de mesmo atrelado a recursos mais faustosos termos bons resultados artísticos. É claro que a partir do momento que o resultado artístico passa a sofrer qualquer tipo de alteração que seja estranha ao criador, isso passa a se tornar discutível. Olhando mais de perto é errado afirmamos que só o mercado dita as regras. A questão vai muito além disso.


O mercado, ciente de sua força e influência, dita as regras. Há aqueles que em detrimento dos seus valores, conceitos éticos e bom senso seguem essa força e com isso violentam sua cultura local. E há os que mesmo sendo subordinados pela força do dinheiro vêem nesse processo de globalização ferramentas mais amenas e não destrutiva dos valores de cada um respeitando e sendo íntegro com o próximo. Então volto a perguntar, ligar-se a grandes indústrias implica necessariamente na troca de valores?
Diria que não necessariamente, mesmo que muitos exemplos possam me desmentir com facilidade. Hoje um artista dispõe de outros meios para propagar suas idéias, o que não implica na sua completa dependência de grandes esquemas fonográficos. As vezes penso na grande quantidade de talentos perdidos principalmente na primeira metade do século XX por não estarem ligados a um grande aparato mercadológico pois é confortável afirmar que não havia público para determinado estilo ou um espaço para vincular determinadas idéias. Coisa que nunca faltou nesse mundo é gente querendo conhecer coisas novas. Aí entra a pergunta. A quem se quer agradar? Ou melhor, a quem se quer vender? Mesmo sendo coagido por uma força não há uma obrigatoriedade em se submeter a essa força ao ponto de desestruturar todo um processo artístico.

Nessa idéia de força também podemos citar um conceito pueril tribalizado que os protagonistas dessa cena têm em relação uns com os outros. É mais forte quem tem uma galera maior, quem idealiza discursos que tendem a ser encarados como um único caminho a se seguir, e muitas vezes nisso deixa-se de fazer música para fazer política ideológica a favor de suas ações.

Faz-se valer então a idéia de superioridade onde os mais aptos são os que dispõe de todo um aparato que vai desde o dinheiro oferecido por uma tendência globaritária e usufruído por estes que dispõem um mercado frágil e que conseqüentemente ditam as regras sobre àqueles que, a seu ver, não são profissionais e não fazem o rap de verdade. Existe hoje no Brasil outra camada artística em paralelo a esses conflitos que emanam em proeminência artística que por não serem vinculados em grandes escalas passam despercebidos e omitidos por rappers que habitam uma cena mais explícita num âmbito mercadológico.


Pretendo com essas poucas observações não fomentar mais uma disputa de força e sim uma reflexão sobre o que hoje entendemos por mercado, cultura, formas de se fazer arte e o espaço que a cada manifestação tem direito. Ganhar a vida com a arte é perfeitamente possível, mas ainda não é uma realidade por egoísmo de alguns. O grande problema da construção do conhecimento não chegar até todas as pessoas ou a um maior número possível é a conformidade de alguns em não achar necessário que esse conhecimento chegue até todos. Por isso dizem ser o conhecimento um poder, pois ao não achar necessário essa maior expansão e se concentrando nas mãos de poucos, o conhecimento torna-se de fato poder transformando-se numa ferramenta de dominação de uma maioria ignorante. Já no meio cultural onde o espírito inventivo não é diminuído por uma simples força do mercado, vemos um perigoso processo de ocultação dessas forças criativas por toda uma tendência globaritária, mercadológica e mesquinha que alguns insistem em seguir para justificar um status pouco representativo para o crescimento da cultura como um todo. A partir do momento que, em detrimento de benefícios próprios, alguns artistas propõem-se a caminhar junto de um esquema que exclui o outro, compartilho a idéia de que “pode ser um profundo equívoco visualizar a arte como uma simples expressão do espírito”, onde Peter Buker expõe o cuidado ao analisar as diversas manifestações artísticas.

Arthur Moura

15.5.09

Promo 50 cds Diamantee


WOWWWWWW!!!!!!!!!!!!!!!!!
Como de costume os meus amigos que participaram da promoção 50 cd´s diamantee mandando a suas fotos com o cd como eu pedi para postar no blog ..
Hojé é a vez de B-ZERO um produtor de sp que participou da promo e recebeu o seu cd em casa, depois da promo viramos amigos , muleke sangue bom...

Meu Outro Amor o "Grafite"


Em uma converssa com o Icone meu amigo grafiteiro foda me manda uma foto e vejo que pratica leva a perfeição total, eu sempre pirei nas paradas dele mais ele esta fora do normal, apesar das dificuldades que um grafiteiro encontra pra pintar porque tem que comprar tinta spray e tudo mais, mais eles sempre dão um jeito muito foda parabens icone e pra quem quer saber mais sobre o trampo desse menino http://www.iconekill.blogspot.com/ da uma olhada ai......

14.5.09

Sabadão tem um role classe Quilombo hiphop party...

é só colar familia festa muito classe meus manos MF, NATO PK, KEFING E DJ KING vão tocar só som foda classe de mais é só chegar!!!!!!!!!!

16/05/09 - QUILOMBO HIP HOP PARTY
QUEM CONHECE A FESTA NÃO VAI PERDER !!!

DJS:
MF, NATO PK, KEFING E DJ KING.

POCKET SHOW:
FLORA MATOS
COM MÚSICAS DO SEU ALBUM DE ESTREÍA!!!


H $ 10 C/ FLYER/LISTA OU TORPEDO S/ R$ 15
M FREE ATÉ 00:00HS OU COM CAMISETA QUILOMBO S/ $ 10.

LISTA: contato.quilombohiphop@gmail.com

HOLE CLUB
R. AUGUSTA, 2203
23:30

APOIO:
Bocadaforte
Revista Elementos

7.5.09

Promo 50 cds Diamantee

Mais um guerreiro que recebeu o cd e mandou uma foto, ai esta valeu Helton
www.periferianacional.blogspot.com quem quiser dar um confere ai no blog do irmao fica avontade.

5.5.09

Promo 50 cds Diamantee


Esse é meu parceiro Pro EFX que tambem participou da promo e mandou a foto .
Valeu familia

Promo 50 cds Diamantee


Esse ai é meu mano tubarão que conheci atravez da promoção que eu fiz de 50 cds Diamantee - Meu time é preparado pedi para todos as pessoas que recebecem o cd que tiracem uma foto e me mandacem por email ..... valeu quem participou é nois mesmo...

Pra quem ja mordeu um cachorro por comida, até que eu cheguei longe...


Parabens Leandro pela mixtape ja peguei a minha na sexta feira na rinha, e pelamor de deus, muito boa isso que me faz continuar fazendo raps, muito foda mesmo.

30.4.09

Tente adivinhar o porque ...

Alguns estao tentao entender o por que das 1000 e uma faces coloridas que coloco aqui , entao pense mais um pouco, ou melhor pense muito para ter a sua conclusão a minha vem daqui a alguns meses ...

28.4.09

Concurso Boom Bap de Beats

Que tal ouvir aquele seu beat feito com tanto amor, carinho e suor sendo usado por um dos emcees mais representativos da nova escola do rap nacional? Pois bem, beatmakers de todo o Brasil, hora de tirar - ou não - a poeira de seus vinis, ir ainda mais fundo no diggin, ligar o Fruity Loops ou a MPC, acender uma vela para são RZA, são Premier, santo Pete Rock ou santo KL Jay e colocar em prática toda a sua habilidade. O Boom Bap, junto com o Ogi, membro do supergrupo underground ContraFluxo, dá início hoje a seu primeiro Concurso de Beats. A idéia é simples: cada participante enviará uma batida, uma comissão julgadora avaliará, e o grande vencedor terá o beat no disco solo de Ogi, "Crônicas da Cidade Cinza", previsto para ser lançado no meio do ano, além de ser entrevistado pelo blog.

As regras são fáceis: basta enviar sua base para o email felipe.schmidtm@bocadaforte.com.br, junto com o nome completo, um email para contato, a cidade onde mora e o programa utilizado - em tempo: a batida precisa ser exclusiva, não pode ter sido já lançada em qualquer outro trabalho. O júri, formado por este humilde blogueiro, o excelentíssimo Ogi e o beatmaker paulistano Diamantee fará uma triagem e escolherá de cinco a dez finalistas. Os instrumentais que chegarem à finalíssima serão postados no blog para apreciação dos digníssimos leitores, que também terão direito a um voto na decisão final. A fórmula é a seguinte: um voto do Diamante, outro meu, um dos visitantes e outro, com peso dois, para o Ogi, afinal de contas o beat vai para o disco dele, né?

Portanto, companheiros gregos, romanos e troianos, caso queiram aproveitar a oportunidade para expor seu trabalho de forma mais ampla - por causa do disco do Ogi, não pelo blog, claro - e começar a ganhar milhões, comprar uma casa em Fernando de Noronha e aparecer no Arquivo Confidencial, do Faustão, a hora é essa. As inscrições estão abertas a partir de hoje e irão, a princípio, até o dia 9 de maio. Em 18 de maio, serão conhecidos os finalistas, e o grande vencedor será anunciado no dia 25 do mesmo mês.

Espero que tenhamos tanto quantidade quanto qualidade nesta primeira tentiva. O sucesso dela pode proporcionar outras edições e, se possível, a revelação de mais talentos para o nosso rap nacional.

Atenção: serão aceitas também inscrições de produtores de fora do Brasil, principalmente de países lusófonos.

font:http://www.boombap-rap.blogspot.com/

24.4.09

Diamantee 2.5


E ser relevante em meio a tanta informação que se encontra hoje é difícil por isso muito obrigado a quem continua colando aqui no blog para ver o que há de novo ou de legal, para saber sobre eu mesmo.

Ontem dia 23-04-2009 fiz 25 anos graças a deus, é bom viver muito bom mesmo, o melhor é estar livre se sentir livre e, é assim que me sinto com 25 anos.

Eu estou trabalhando em algumas musicas logo mais falo mais sobre isso se vai ser só um sigle só musicas para Internet um disco um ep ou sei lá.

A única coisa que sei hoje é que amo muito viver e ser livre é isso.

AME E SEJA LIVRE .....

22.4.09

23-04-1984


"Nasci por algo
Para fazer algo
Viver algo
Eu sei o por que eu nasci
e você sabe
por que você nasceu?"

15.4.09

Novo single "Canto de Vitória"


Quem assistiu aos últimos shows de Slim Rimografia já ouviu uma mostra de seu novo single de trabalho. Agora, é pra valer: o "Canto de Vitória" do MC paulistano chega triunfante ao Myspace Oficial do Rapper nesta quarta-feira, 15 de abril. Com rimas e beats de Slim, scratches orgânicos de Tiago Beat Box e vocais de Filiph Neo, a música --que prenuncia uma fase de muita produção no Mokado Studio.

13.4.09

Lançamento do Sigle Suite 702 projeto solo do DJ/Produtor Soares

Com enorme prazer que eu coloco aqui o lançamento do Sigle Suite 702 projeto solo do DJ/Produtor Soares, foi lançado hoje dia 13-04 é com exclusividade que disponho em primeira mão o sigle para download é nois fiquei feliz para porra hoje mais uma vitoria esse ano vai ser foda......

Suite 702 é o nome do projeto solo do DJ/Produtor Soares.Membro da crew de DJ's Clã Leste e do grupo de rap paulistano Primeira Audição,
Soares apresenta a todos, apartir do dia 13 de Abril, um single contendo duas músicas que estarão no futuro disco Suite 702.
Com participações de Théo e Mo'Dyé (França) este single vem passar para o publico um pouco da idéia e da sonoridade que estará contida no disco.
Com influências de jazz, soul e hip hop o disco vêm para abrangir um tema único: Amor.
Tema atualmente um tanto desgastado, porém Soares e seus "hospedes" entram de cabeça na missão de criar uma nova textura para o mesmo,
usufruindo dos diversos tipos e situações onde a palavra pode ser utilizada e que o ser humano é capaz de sentir.
O Telefone Dela

Dentro de uma clima jazzistico e abstrato orquestrado por Soares e Cristiano Donato, Théo vêm contar sua história um tanto curiosa e comum na vida
dos boêmios paulistanos, onde em uma noite o mesmo visualiza, se aproxima, puxa conversa e, sem perceber, se apaixona por uma linda mulher sozinha
em um balcão de bar de uma das milhares de festas da noite paulistana.Notando que a mulher já está de saída, Théo pede seu telefone, anota em um guardanapo
e vai pra casa já pensando no encontro que acabara de marcar para a semana seguinte.Chegado o grande dia, Théo arruma todo o cenário para proporcionar
uma noite inesquecível para os dois, porém a moça não vêm, milhões de perguntas cercam sua cabeça sobre o que pudera ter acontecido e quando corre atrás
daquele guardanapo onde tinha anotado o telefone da moça vê que o tinha perdido.Depois de horas de espera Théo se depara pensando e tentando lembrar
sobre o que tinha conversado com a moça naquele noite e ao mesmo tempo tentando lembrar o número de seu telefone.

Vida

Mo' Dyé, cantora francesa do grupo "Dyé & The Mellows" é a escolhida para transmitir aos ouvintes a sua relação e o significado que a vida possui.
Em sua passagem por Rio, Salvador e pela capital paulista no fim de 2008, Mo'Dyé adquiri a inspiração necessária que uma viajem atravessando o Atlântico pode proporcionar, e depois de ver todos os lados positivos e negativos de nosso país a mesma cria este poema.
Com sua suave voz, Mo'Dyé mostra linha por linha, compasso por compasso, o quanto ama e o quanto da valor a sua vida, passando uma mensagem
de esperança e de força para aqueles que se encontram em dificuldades e de alegria e satisfação para aqueles que se encontram em um bom momento em suas vidas.
Com elementos de soul e jazz Soares, Cristiano Donato, São e Daniel Lupo constroem a trilha sonora deste poema regido pela até então desconhecida Mo'Dyé.

Este single contém duas músicas: O Telefone Dela e Vida + versões instrumentais + acapella + Making off da música Vida

9.4.09

Diamantee Manipulando cores part 0056


A arte da força

traz vontade

faz amor


o trampo só tira

passiencia

encho o saco

e dá nos nervos..

7.4.09

Diamantee é o segundo convidado da "Não canso de ouvir"


Eu sou o segundo convidado da "Não canso de ouvir" do site Per Raps da uma passada por lá para conferir minha lista dos 10 discos mais fodas das historia para min em palavra de RAP....

Diamantee Manipulando Cores


"To em uma vibe diferente esses tempos
quero experimentar sons novos
elementos novos para meus sons
será que sai um disco esse ano
ate eu vou dizer nao sei
mas em processo de musicas novas
eu estou.
Vamos experimentar coisas novas
seja lá oque você seja a favor
sobre coisas novas
mas uma dica experimente
Não tenha medo
só tenha medo se for te prejudicar".
Diamantee 2009

CLAN LESTE VENCEDOR DO DMC TEAM.


Realmente não poderiam ser outras pessoas, dedicação leva a vitoria, perfeição é o sentimento que você obtem nas horas em que as coisas saem melhores que o programado, Dalhe CLAN LESTE vencedores do DMC TEAM.

24.3.09

Diamantee cores manipuladas....


"Toda solução cria novos problemas"
Leis de Murphy

"Nada é tão bom que alguém, em algum lugar, não irá odiar."
Leis de Murphy

Diamantee cores manipuladas....


"A informação mais necessária é sempre a menos disponível."
Leis de Murphy

Diamantee cores manipuladas....


"Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível."
Leis de Murphy

Diamantee cores manipuladas....


"Tem que saber
o que fazer
na hora que
o tempo fechar"
Brasil (ATropa)

Diamantee cores manipuladas....


"Queimando um verso puro
se é du bom os ladrão Gosta"
Gasper

Diamantee cores manipuladas....


"Prefiro morrer só
do que viver junto
com os covardes"
Giganti

Diamantee cores manipuladas....


"Grite bem alto
vá em direçao
ao que você acredita"

As vezes seu dia começa cinza..


"As vezes seu dia começa cinza,
cinza é um otimo dia para andar de skate
da a impressão de estar andando em NEW YORK
ou algum lugar na espanha como nas fitas de skate
quando andava direto sempre assistia as fitas
antes de andar ou quando chovia
adorava a primeira zoo york , mouse, chocolate e a Girl.... "
Diamantee 2009

16.3.09

Comunicado sobre a promoção 50cds do Diamantee - Meu time é preparado.


Comunicado sobre a promoção 50cds do Diamantee - Meu time é preparado.

É o seguinte eu Diamantee já coloquei no correio todos os 50 cd´s da promoção, a data máxima de recebimento é dia 31-03-2008 terça feira até essa data todos vão receber seu cd em casa, essa é a data máxima mas tenho certeza que antes disso todos estarão com os cds em mãos.

Mas sabe como é o Brasil né tudo demora mais pra acontecer, agradeço a todos que participaram da promoção e em breve tem mais novidades aos poucos vamos fazendo o trabalho que vemos fazendo se tornar concreto para mostrar para o publico muito obrigado.

Diamantee 2009

13.3.09

GASPER_AGORA! PRIMEIRO SINGLE DO DISCO NA RUA ( TRILHA DOS LADRAAAAAAAAAAAAAAOOOO)

Me dá uma satisfação enorme ver que os meus estão fazendo o corre trabalhando pesado, com vocês:
Primeiro single do disco do Gasper já esta na rua e se chama "Trilha dos Ladrão" uma musica produzida pelo senhor Doxsoul muito foda por sinal ....

12.3.09

Suite 702 - O Telefone Dela

Isso mesmo, que disse que não estamos trabalhando, pega essa então ..
DJ Soares na area isso mesmo familia .... Confere ai ....


9.3.09

OPA fazendo as entregas

E ai familia ...
desde semana passada já estou enviando aos poucos os cds da promoção entao espere em sua casa que voces iram receber o cd...
demoro hoje to pensativo escrevi ate uns pensamentos ..

Quero viver
As vezes me sinto preso
Preciso de LIBERDADE

Respirar obter minhas próprias
Opiniões
Direções
Vontade

Sonhar, sempre quando penso nisso
Penso em uma parada
Vale apena morrer pelo seu sonho?
Não adianta querer pensar na hora e dizer que sim

Pare e pense
Você faz o que ama?
Ou trabalha pra sobreviver?

Quero viver
As vezes me sinto preso
Preciso de LIBERDADE

Diamantee 14:55 9 de março de 2009