20.5.09

Quem dita as regras? TEXTO POR ARTHUR MOURA

Quem dita as regras?
(o choque cultural e o comportamento da cena independente do rap no
Brasil)

Por vivenciarmos um complexo de transformações no campo cultural, mais especificamente na arte (e é bom lembrarmos que cultura é todo um conjunto onde a sociedade, ou algum grupo, exterioriza suas concepções, idéias, costumes, formas de relacionamento), vejo a possibilidade de uma discussão que tem como objetivo principal a observação das especificidades da cena independente do rap no Brasil.

Lembrando que às transformações e o processo cultural é dado uma maior relevância nesse texto, quero excluir o confrontamento pessoal para com alguns protagonistas e sim situá-los num contexto político, ideológico e que muitas vezes seguindo uma demanda ou uma lógica mundial, empurram todo um comportamento a determinadas tendências, muitas das quais mercadológicas.

A relação dos costumes e tradições do Brasil com o que vem de fora é dada, na maioria das vezes, uma maior importância. Essa relação reflete um comportamento globaritário, e nisso o pensamento de Milton Santos se faz valer, que é impulsionado por diversos tipos de violência, a começar pelo ferimento de costumes locais. O contato e relações culturais são passíveis sim de transformações quando aproximadas de forma mais íntima, mas com isso não queremos dizer que desse contato venha a nascer a intransigência e idéias de valores implicando a superioridade de uma cultura sobre a outra. Quando se chega nesse estágio trocas não são possíveis e sim a imposição do mais forte (seja lá o que isso queira dizer) sobre o mais fraco, do melhor sobre o pior, do mais aceito pelo que tem menos importância. Quando caímos nesse estágio a idéia de cultura vai-se pelo ralo. Historicamente falando é delicado falar de contatos culturais, já que sempre houve esse tipo de troca entre diversas civilizações. Não existe uma cultura melhor do que outra, costumes ou tradições que possam ser postas num ringue a fim de se extrair dali o mais forte. Costume é costume, cada qual som suas características e sem julgamento de valor. É sobre isso que a singularidade de cada povo se forma.

Porém todo um contexto histórico impõe outro tipo de relação entre pessoas e isso se faz valer desde a Antiguidade, passando pela Idade Média, período Moderno até chegar ao Contemporâneo.

Hoje o que observamos é uma forma violenta de globalização que empresas, multinacionais, órgãos internacionais exercem de forma espantosa nossas vidas. Com isso não devemos de forma alguma excluir a participação dos protagonistas corroboradores dessa barbárie, pois há conceitos éticos que entram forte nessa discussão. Por mais que o homem seja mercadoria (na/ concepção de Marx) e seja uma corrente mecanicista, não devemos fazer vista grossa com a ética, pois dessa forma estaríamos livrando o homem de ser homem.


O rap no Brasil é recente e tenta agora caminhar de forma independente. Porém o que não se percebeu ainda é que relações humanas não podem ser postas dentro de um recipiente e se reproduzir a mesma experiência em locais diferentes. Com isso estamos caindo num grotesco erro que nos é imposto como verdade. Em outras palavras, não cabe reproduzir a mesma corrente cultural, ideológica, ou o que quer que seja de forma idêntica em diferentes localidades onde diferentes seres humanos se manifestam. Ao se chocar, culturas diferentes passam a sofrer reações específicas e de forma “natural”. Ou seja, a idéia é que ao se chocar as trocas culturais possam realizar-se com a não sobreposição que vá acarretar o fim de alguma sobre a outra. Em paralelo a isso há uma reação contrária, e aí incluo alguns colegas como reprodutores desse tipo de comportamento, mundializada que tende a padronizar a cultura de um determinado local. Ou seja, esses protagonistas a que me refiro acatam um rap americanizado com todos os seus vieses para o território brasileiro onde esse tipo de comportamento não se torna algo representativo para a nossa realidade.

A partir dessas observações podemos nos situar na cena nacional, onde os
protagonistas a que me refiro são os MC´s, DJ´s, produtores e todos que formam a cultura hip hop. É claro que quando falo do choque de culturas (arriscaria a dizer que essa cultura que falamos nada mais é do que uma cultura-econômica), não generalizo todas as manifestações existentes, pois existe sim dentro de cada localidade grupos que ainda preferem beber da fonte local para formular melhor os costumes. A minha pouca experiência na cena me habilita a afirmar isso. Não chamaria esse movimento que tende a permanecer mais fiel às suas raízes de “resistência”, mas sim uma forma mais inteligente da não padronização do rap no Brasil. É claro que com uma cultura vinda de fora vem também valores introgetados, e essa cultura ao chocar-se com a outra não se mantém estática, aliás inalterações aí tornam-se impossíveis.

Com isso quero dizer que, ao chegar ao Brasil, o rap trouxe consigo toda uma estrutura já iniciada em solo estrangeiro. Não vamos cair aqui na questão se o rap surgiu na Jamaica, nos Estados Unidos, no Nordeste brasileiro ou com Homero. Então ao chegar ao Brasil, o rap já trouxe consigo toda uma conduta que vai desde a rebeldia do negro e todos aqueles que de alguma forma são desprivilegiados socialmente, trouxe costumes, um linguajar característico, formas de se vestir e de se comportar, ou seja, toda uma vestimenta cultural já própria. Observamos também nascer com eles todo um esquema de marketing (e tudo que envolve marketing e propaganda temos que ter todo um cuidado com que tipo de idéia, imagem e visão quer ser passada) que fez com que o rap se tornasse hoje fenômeno mundial. Não podemos omitir o notável processo que o rap enfrentou para popularizar-se mundialmente (mas devemos sempre nos lembrar: à custa de que?). Porém, uma imagem massificada de um rap envolto de conceitos que não representam uma fiel ascensão de valores ligados aos seus protagonistas iniciais são os mais presentes no Brasil. Em outras palavras, o verdadeiro nascedouro do rap com todo o seu engajamento político é dificilmente posto em prática pelos que formam hoje a cultura hip hop.

A profissionalização do rap hoje é tida com grande importância. Nada mais justo que viver do que se ama. Mas aí caímos em mais uma questão. O que é ser profissional no Brasil? Essa profissionalização hoje vem acarretar a perfeita inclusão de uns e o escanteio de outros. Quando não se dá mais espaço àqueles que estão começando, ou seja, aqueles que ainda produzem de forma mais “barata” um determinado tipo de arte, exclui-se de forma violenta e mesquinha todo um processo natural do espírito artístico.

O que quero dizer é que não é levado a sério aquele cuja produção envolve recursos modestos. Quando leio a entrevista de um determinado artista vinculado a Nike dizendo que só há espaço para os “profissionais”, tenho a idéia de que só poderão participar do processo criativo artístico os que jogarem de acordo com as regras do mercado. Ora, nada menos democrático do que a formulação de um discurso puramente ideológico, violento e desrespeitoso com àqueles que também bebem da mesma conjuntura artística e estão presentes no mesmo bojo cultural. Isso gera um problema ainda maior que é o monopólio da cena por esses poucos que com seus valores se acham mais aptos que outros e, tendo uma maior repercussão, indicam outros que consideram tão aptos quanto eles. Em outras palavras, os que agora se acham profissionais apadrinham outros com esse mesmo tipo de mentalidade.


Mais uma vez volto à pergunta. O que de fato é ser profissional? É um maior
espírito inventivo, investigativo e proeminente ou aquele que preza por um maior aparato tecnológico e mercadológico para fazer valer suas idéias? Vocês poderão pensar na possibilidade de uma combinação harmoniosa entre os dois. Sim é possível. Mas, será que todos os artistas necessitam e querem ter suas idéias vinculadas a um tipo de profissionalização que nos fazem acreditar ser o único caminho possível? Conforme já disse, não se exclui a possibilidade de mesmo atrelado a recursos mais faustosos termos bons resultados artísticos. É claro que a partir do momento que o resultado artístico passa a sofrer qualquer tipo de alteração que seja estranha ao criador, isso passa a se tornar discutível. Olhando mais de perto é errado afirmamos que só o mercado dita as regras. A questão vai muito além disso.


O mercado, ciente de sua força e influência, dita as regras. Há aqueles que em detrimento dos seus valores, conceitos éticos e bom senso seguem essa força e com isso violentam sua cultura local. E há os que mesmo sendo subordinados pela força do dinheiro vêem nesse processo de globalização ferramentas mais amenas e não destrutiva dos valores de cada um respeitando e sendo íntegro com o próximo. Então volto a perguntar, ligar-se a grandes indústrias implica necessariamente na troca de valores?
Diria que não necessariamente, mesmo que muitos exemplos possam me desmentir com facilidade. Hoje um artista dispõe de outros meios para propagar suas idéias, o que não implica na sua completa dependência de grandes esquemas fonográficos. As vezes penso na grande quantidade de talentos perdidos principalmente na primeira metade do século XX por não estarem ligados a um grande aparato mercadológico pois é confortável afirmar que não havia público para determinado estilo ou um espaço para vincular determinadas idéias. Coisa que nunca faltou nesse mundo é gente querendo conhecer coisas novas. Aí entra a pergunta. A quem se quer agradar? Ou melhor, a quem se quer vender? Mesmo sendo coagido por uma força não há uma obrigatoriedade em se submeter a essa força ao ponto de desestruturar todo um processo artístico.

Nessa idéia de força também podemos citar um conceito pueril tribalizado que os protagonistas dessa cena têm em relação uns com os outros. É mais forte quem tem uma galera maior, quem idealiza discursos que tendem a ser encarados como um único caminho a se seguir, e muitas vezes nisso deixa-se de fazer música para fazer política ideológica a favor de suas ações.

Faz-se valer então a idéia de superioridade onde os mais aptos são os que dispõe de todo um aparato que vai desde o dinheiro oferecido por uma tendência globaritária e usufruído por estes que dispõem um mercado frágil e que conseqüentemente ditam as regras sobre àqueles que, a seu ver, não são profissionais e não fazem o rap de verdade. Existe hoje no Brasil outra camada artística em paralelo a esses conflitos que emanam em proeminência artística que por não serem vinculados em grandes escalas passam despercebidos e omitidos por rappers que habitam uma cena mais explícita num âmbito mercadológico.


Pretendo com essas poucas observações não fomentar mais uma disputa de força e sim uma reflexão sobre o que hoje entendemos por mercado, cultura, formas de se fazer arte e o espaço que a cada manifestação tem direito. Ganhar a vida com a arte é perfeitamente possível, mas ainda não é uma realidade por egoísmo de alguns. O grande problema da construção do conhecimento não chegar até todas as pessoas ou a um maior número possível é a conformidade de alguns em não achar necessário que esse conhecimento chegue até todos. Por isso dizem ser o conhecimento um poder, pois ao não achar necessário essa maior expansão e se concentrando nas mãos de poucos, o conhecimento torna-se de fato poder transformando-se numa ferramenta de dominação de uma maioria ignorante. Já no meio cultural onde o espírito inventivo não é diminuído por uma simples força do mercado, vemos um perigoso processo de ocultação dessas forças criativas por toda uma tendência globaritária, mercadológica e mesquinha que alguns insistem em seguir para justificar um status pouco representativo para o crescimento da cultura como um todo. A partir do momento que, em detrimento de benefícios próprios, alguns artistas propõem-se a caminhar junto de um esquema que exclui o outro, compartilho a idéia de que “pode ser um profundo equívoco visualizar a arte como uma simples expressão do espírito”, onde Peter Buker expõe o cuidado ao analisar as diversas manifestações artísticas.

Arthur Moura

15.5.09

Promo 50 cds Diamantee


WOWWWWWW!!!!!!!!!!!!!!!!!
Como de costume os meus amigos que participaram da promoção 50 cd´s diamantee mandando a suas fotos com o cd como eu pedi para postar no blog ..
Hojé é a vez de B-ZERO um produtor de sp que participou da promo e recebeu o seu cd em casa, depois da promo viramos amigos , muleke sangue bom...

Meu Outro Amor o "Grafite"


Em uma converssa com o Icone meu amigo grafiteiro foda me manda uma foto e vejo que pratica leva a perfeição total, eu sempre pirei nas paradas dele mais ele esta fora do normal, apesar das dificuldades que um grafiteiro encontra pra pintar porque tem que comprar tinta spray e tudo mais, mais eles sempre dão um jeito muito foda parabens icone e pra quem quer saber mais sobre o trampo desse menino http://www.iconekill.blogspot.com/ da uma olhada ai......

14.5.09

Sabadão tem um role classe Quilombo hiphop party...

é só colar familia festa muito classe meus manos MF, NATO PK, KEFING E DJ KING vão tocar só som foda classe de mais é só chegar!!!!!!!!!!

16/05/09 - QUILOMBO HIP HOP PARTY
QUEM CONHECE A FESTA NÃO VAI PERDER !!!

DJS:
MF, NATO PK, KEFING E DJ KING.

POCKET SHOW:
FLORA MATOS
COM MÚSICAS DO SEU ALBUM DE ESTREÍA!!!


H $ 10 C/ FLYER/LISTA OU TORPEDO S/ R$ 15
M FREE ATÉ 00:00HS OU COM CAMISETA QUILOMBO S/ $ 10.

LISTA: contato.quilombohiphop@gmail.com

HOLE CLUB
R. AUGUSTA, 2203
23:30

APOIO:
Bocadaforte
Revista Elementos

7.5.09

Promo 50 cds Diamantee

Mais um guerreiro que recebeu o cd e mandou uma foto, ai esta valeu Helton
www.periferianacional.blogspot.com quem quiser dar um confere ai no blog do irmao fica avontade.

5.5.09

Promo 50 cds Diamantee


Esse é meu parceiro Pro EFX que tambem participou da promo e mandou a foto .
Valeu familia

Promo 50 cds Diamantee


Esse ai é meu mano tubarão que conheci atravez da promoção que eu fiz de 50 cds Diamantee - Meu time é preparado pedi para todos as pessoas que recebecem o cd que tiracem uma foto e me mandacem por email ..... valeu quem participou é nois mesmo...

Pra quem ja mordeu um cachorro por comida, até que eu cheguei longe...


Parabens Leandro pela mixtape ja peguei a minha na sexta feira na rinha, e pelamor de deus, muito boa isso que me faz continuar fazendo raps, muito foda mesmo.

30.4.09

Tente adivinhar o porque ...

Alguns estao tentao entender o por que das 1000 e uma faces coloridas que coloco aqui , entao pense mais um pouco, ou melhor pense muito para ter a sua conclusão a minha vem daqui a alguns meses ...

28.4.09

Concurso Boom Bap de Beats

Que tal ouvir aquele seu beat feito com tanto amor, carinho e suor sendo usado por um dos emcees mais representativos da nova escola do rap nacional? Pois bem, beatmakers de todo o Brasil, hora de tirar - ou não - a poeira de seus vinis, ir ainda mais fundo no diggin, ligar o Fruity Loops ou a MPC, acender uma vela para são RZA, são Premier, santo Pete Rock ou santo KL Jay e colocar em prática toda a sua habilidade. O Boom Bap, junto com o Ogi, membro do supergrupo underground ContraFluxo, dá início hoje a seu primeiro Concurso de Beats. A idéia é simples: cada participante enviará uma batida, uma comissão julgadora avaliará, e o grande vencedor terá o beat no disco solo de Ogi, "Crônicas da Cidade Cinza", previsto para ser lançado no meio do ano, além de ser entrevistado pelo blog.

As regras são fáceis: basta enviar sua base para o email felipe.schmidtm@bocadaforte.com.br, junto com o nome completo, um email para contato, a cidade onde mora e o programa utilizado - em tempo: a batida precisa ser exclusiva, não pode ter sido já lançada em qualquer outro trabalho. O júri, formado por este humilde blogueiro, o excelentíssimo Ogi e o beatmaker paulistano Diamantee fará uma triagem e escolherá de cinco a dez finalistas. Os instrumentais que chegarem à finalíssima serão postados no blog para apreciação dos digníssimos leitores, que também terão direito a um voto na decisão final. A fórmula é a seguinte: um voto do Diamante, outro meu, um dos visitantes e outro, com peso dois, para o Ogi, afinal de contas o beat vai para o disco dele, né?

Portanto, companheiros gregos, romanos e troianos, caso queiram aproveitar a oportunidade para expor seu trabalho de forma mais ampla - por causa do disco do Ogi, não pelo blog, claro - e começar a ganhar milhões, comprar uma casa em Fernando de Noronha e aparecer no Arquivo Confidencial, do Faustão, a hora é essa. As inscrições estão abertas a partir de hoje e irão, a princípio, até o dia 9 de maio. Em 18 de maio, serão conhecidos os finalistas, e o grande vencedor será anunciado no dia 25 do mesmo mês.

Espero que tenhamos tanto quantidade quanto qualidade nesta primeira tentiva. O sucesso dela pode proporcionar outras edições e, se possível, a revelação de mais talentos para o nosso rap nacional.

Atenção: serão aceitas também inscrições de produtores de fora do Brasil, principalmente de países lusófonos.

font:http://www.boombap-rap.blogspot.com/

24.4.09

Diamantee 2.5


E ser relevante em meio a tanta informação que se encontra hoje é difícil por isso muito obrigado a quem continua colando aqui no blog para ver o que há de novo ou de legal, para saber sobre eu mesmo.

Ontem dia 23-04-2009 fiz 25 anos graças a deus, é bom viver muito bom mesmo, o melhor é estar livre se sentir livre e, é assim que me sinto com 25 anos.

Eu estou trabalhando em algumas musicas logo mais falo mais sobre isso se vai ser só um sigle só musicas para Internet um disco um ep ou sei lá.

A única coisa que sei hoje é que amo muito viver e ser livre é isso.

AME E SEJA LIVRE .....

22.4.09

23-04-1984


"Nasci por algo
Para fazer algo
Viver algo
Eu sei o por que eu nasci
e você sabe
por que você nasceu?"

15.4.09

Novo single "Canto de Vitória"


Quem assistiu aos últimos shows de Slim Rimografia já ouviu uma mostra de seu novo single de trabalho. Agora, é pra valer: o "Canto de Vitória" do MC paulistano chega triunfante ao Myspace Oficial do Rapper nesta quarta-feira, 15 de abril. Com rimas e beats de Slim, scratches orgânicos de Tiago Beat Box e vocais de Filiph Neo, a música --que prenuncia uma fase de muita produção no Mokado Studio.

13.4.09

Lançamento do Sigle Suite 702 projeto solo do DJ/Produtor Soares

Com enorme prazer que eu coloco aqui o lançamento do Sigle Suite 702 projeto solo do DJ/Produtor Soares, foi lançado hoje dia 13-04 é com exclusividade que disponho em primeira mão o sigle para download é nois fiquei feliz para porra hoje mais uma vitoria esse ano vai ser foda......

Suite 702 é o nome do projeto solo do DJ/Produtor Soares.Membro da crew de DJ's Clã Leste e do grupo de rap paulistano Primeira Audição,
Soares apresenta a todos, apartir do dia 13 de Abril, um single contendo duas músicas que estarão no futuro disco Suite 702.
Com participações de Théo e Mo'Dyé (França) este single vem passar para o publico um pouco da idéia e da sonoridade que estará contida no disco.
Com influências de jazz, soul e hip hop o disco vêm para abrangir um tema único: Amor.
Tema atualmente um tanto desgastado, porém Soares e seus "hospedes" entram de cabeça na missão de criar uma nova textura para o mesmo,
usufruindo dos diversos tipos e situações onde a palavra pode ser utilizada e que o ser humano é capaz de sentir.
O Telefone Dela

Dentro de uma clima jazzistico e abstrato orquestrado por Soares e Cristiano Donato, Théo vêm contar sua história um tanto curiosa e comum na vida
dos boêmios paulistanos, onde em uma noite o mesmo visualiza, se aproxima, puxa conversa e, sem perceber, se apaixona por uma linda mulher sozinha
em um balcão de bar de uma das milhares de festas da noite paulistana.Notando que a mulher já está de saída, Théo pede seu telefone, anota em um guardanapo
e vai pra casa já pensando no encontro que acabara de marcar para a semana seguinte.Chegado o grande dia, Théo arruma todo o cenário para proporcionar
uma noite inesquecível para os dois, porém a moça não vêm, milhões de perguntas cercam sua cabeça sobre o que pudera ter acontecido e quando corre atrás
daquele guardanapo onde tinha anotado o telefone da moça vê que o tinha perdido.Depois de horas de espera Théo se depara pensando e tentando lembrar
sobre o que tinha conversado com a moça naquele noite e ao mesmo tempo tentando lembrar o número de seu telefone.

Vida

Mo' Dyé, cantora francesa do grupo "Dyé & The Mellows" é a escolhida para transmitir aos ouvintes a sua relação e o significado que a vida possui.
Em sua passagem por Rio, Salvador e pela capital paulista no fim de 2008, Mo'Dyé adquiri a inspiração necessária que uma viajem atravessando o Atlântico pode proporcionar, e depois de ver todos os lados positivos e negativos de nosso país a mesma cria este poema.
Com sua suave voz, Mo'Dyé mostra linha por linha, compasso por compasso, o quanto ama e o quanto da valor a sua vida, passando uma mensagem
de esperança e de força para aqueles que se encontram em dificuldades e de alegria e satisfação para aqueles que se encontram em um bom momento em suas vidas.
Com elementos de soul e jazz Soares, Cristiano Donato, São e Daniel Lupo constroem a trilha sonora deste poema regido pela até então desconhecida Mo'Dyé.

Este single contém duas músicas: O Telefone Dela e Vida + versões instrumentais + acapella + Making off da música Vida

9.4.09

Diamantee Manipulando cores part 0056


A arte da força

traz vontade

faz amor


o trampo só tira

passiencia

encho o saco

e dá nos nervos..

7.4.09

Diamantee é o segundo convidado da "Não canso de ouvir"


Eu sou o segundo convidado da "Não canso de ouvir" do site Per Raps da uma passada por lá para conferir minha lista dos 10 discos mais fodas das historia para min em palavra de RAP....

Diamantee Manipulando Cores


"To em uma vibe diferente esses tempos
quero experimentar sons novos
elementos novos para meus sons
será que sai um disco esse ano
ate eu vou dizer nao sei
mas em processo de musicas novas
eu estou.
Vamos experimentar coisas novas
seja lá oque você seja a favor
sobre coisas novas
mas uma dica experimente
Não tenha medo
só tenha medo se for te prejudicar".
Diamantee 2009

CLAN LESTE VENCEDOR DO DMC TEAM.


Realmente não poderiam ser outras pessoas, dedicação leva a vitoria, perfeição é o sentimento que você obtem nas horas em que as coisas saem melhores que o programado, Dalhe CLAN LESTE vencedores do DMC TEAM.